Abril 16, 2026

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Parque D. Dinis , Odivelas
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Parque D. Dinis , Odivelas

Está a nascer o Parque D. Dinis e o nome foi escolhido por si!

Com um investimento previsto de 11.9 milhões de euros, este ambicioso projeto visa conciliar o património histórico do Mosteiro de Odivelas com as modernas componentes lúdicas, de saúde e bem-estar. Com uma área total de 8 hectares, o Parque da Cidade foi projetado pelo Gabinete de Arquitetura Paisagista de Caldeira Cabral e Elsa Severino e contemplará várias zonas de lazer, restauração, palco para eventos, parque infantil, lago contemplativo, pontes suspensas e a criação de três parques de estacionamento.

 

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MOBILIDADE: O INGREDIENTE SECRETO PARA TREINAR MELHOR E EVITAR LESÕES

MOBILIDADE: O INGREDIENTE SECRETO PARA TREINAR MELHOR E EVITAR LESÕES

Descubra como a mobilidade pode melhorar o seu desempenho nos treinos e prevenir lesões de forma eficaz.

A mobilidade articular é frequentemente negligenciada por praticantes de atividade física e até por alguns profissionais. No entanto, ela é um dos pilares para um treino seguro, eficiente e com longevidade. Mobilidade, diferente de flexibilidade, é a capacidade de uma articulação mover-se ativamente por toda sua amplitude de movimento, com controle e estabilidade. Sem mobilidade adequada, o corpo compensa de maneira incorreta, gerando sobrecargas e, consequentemente, lesões.

Por que a mobilidade é tão importante no treino?

Durante movimentos funcionais como agachamentos, avanços, empurrar e puxar, o corpo depende de articulações móveis (quadril, ombro, tornozelos) trabalhando em harmonia com articulações estáveis (joelhos, coluna lombar). Se uma articulação móvel não cumpre o seu papel, outra acaba compensando – geralmente uma articulação que deveria ser estável – gera padrões de movimento ineficazes e aumenta o risco de lesão.

Exemplo clássico: tornozelos com pouca mobilidade limitam a profundidade do agachamento, forçando uma flexão excessiva da coluna lombar para manter o equilíbrio.

 

Fig 1. Demonstra o ângulo ideal entre o tornozelo, joelho e quadril. Repare como o joelho avança sobre o pé — a dorsiflexão do tornozelo é fundamental para permitir essa postura sem que o tronco se incline demais para frente.

mobilidade | lesões | holmes place

 

Fig 2. Mostra claramente o efeito da falta de mobilidade: com o tornozelo rígido, o corpo compensa inclinando o tronco e arqueando a lombar para manter o equilíbrio.

 

Fig 3. Destaca a postura com os braços para a frente, frequentemente usada em avaliação de mobilidade. Uma dorsiflexão limitada obriga a coluna a se curvar para manter o centro de massa estável, característica de lombar excessivamente flexionada.

 

Fig 4. Cenarização de um teste funcional de mobilidade de tornozelo em agachamento, demonstrando como a rigidez limita a profundidade percebida.

mobilidade | lesões | holmes place

Mobilidade x Flexibilidade

Embora relacionadas, são capacidades diferentes. A flexibilidade refere-se à capacidade passiva de um músculo ser alongado. Já a mobilidade é ativa – envolve controle neuromuscular. Um praticante pode ser flexível, mas ter baixa mobilidade se não houver controle motor suficiente para movimentar-se com eficiência nas amplitudes disponíveis.

Benefícios da mobilidade bem trabalhada

Melhor desempenho: movimentos mais amplos e controlados geram maior recrutamento muscular.

Prevenção de lesões: reduz compensações articulares e sobrecargas.

Eficiência técnica: melhora a execução de exercícios complexos como o agachamento, o levantamento terra e os movimentos olímpicos.

Maior longevidade articular: menos desgaste e sobrecarga nos tecidos moles.

Como avaliar e desenvolver mobilidade

Avaliações simples como o Dorsiflexion, Overhead Squat Test, o Wall Ankle Test, e movimentos de mobilidade dinâmica já fornecem dados úteis. A partir disso, a prescrição deve considerar:

Exercícios de mobilidade ativa (ex: CARS – Controlled Articular Rotations);

Liberação miofascial com rolos e bolas;

Fortalecimento em amplitudes finais, Integração com movimentos funcionais e específicos do desporto ou modalidade.

Conclusão

Incluir o treino de mobilidade na sua rotina é tão essencial quanto trabalhar força ou resistência. Para profissionais do exercício, é uma ferramenta preventiva e corretiva poderosa. Para praticantes, é o segredo para treinar com mais qualidade, sem dor e com resultados mais duradouros.

Lembre-se: mobilidade não é luxo, é base. Treinar com mobilidade é treinar com inteligência, procure sempre um profissional da área para sua segurança.

Fernanda Ramos

Personal Trainer Holmes Place Miraflores

Via Lifestyle.pt

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Clínica do Chapim – CBCT e as raízes dentárias

Clínica do Chapim – CBCT e as raízes dentárias

O uso da Tomografia Computorizada de Feixe Cónico – CBCT na visualização das raízes dentárias é um dos aspetos valorizados pela Clínica do Chapim. Porque, na nossa clínica dentária, queremos que os nossos clientes tenham acesso às melhores tecnologias.

O uso desta técnica na obtenção de imagens permite uma menor exposição do doente à radiação. É, assim, possível escolher a zona concreta que se pretende analisar, o que ajuda a reduzir a área irradiada.

O exame dura cerca de três minutos e o processamento da imagem também é muito rápido. Isto contribui para que o paciente obtenha a imagem no momento. Além de não necessitar de qualquer tipo de preparação prévia, a posição na cadeira é muito confortável.

Ademais, o programa informático de CBCT usado na visualização das raízes dentárias é de ótima visualização e utilização. Isto permite uma análise e compreensão do exame tanto por doente, como pelo médico dentista.

A técnica de CBCT usada na visualização das raízes dentárias proporciona uma menor exposição do doente à radiação

A utilização do CBCT na Medicina Dentária é fundamental para ajudar a planear cirurgias com o mínimo de agressão possível e contribuindo para um pós-operatório do paciente mais cómodo.

A anatomia das raízes dentárias é variável, e a CBCT pode ajudar os médicos dentistas a identificar variações anatómicas que dificultam o tratamento endodôntico. Por exemplo, os molares superiores e inferiores podem ter uma ou duas raízes, e os canais radiculares podem ser retos ou curvos.

O recurso a esta tecnologia ajuda os médicos dentistas a identificar o número e o curso dos canais radiculares. Isto é essencial para um tratamento endodôntico bem-sucedido. Além de detectar cáries, fraturas, infecções e outras condições que podem afetar as raízes dentárias. Por fim, possibilita avaliar a posição das raízes dentárias face a estruturas como os nervos e os ossos maxilares.

Contacte hoje mesmo a nossa clínica dentária para marcar a sua visita em Odivelas.

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Palmiers de Pato e Queijo de Ovelha – Aldi

Palmiers de Pato e Queijo de Ovelha – Aldi

Ingredientes:

Doses: 16
2 embalagens Massa Folhada
200 g Sobras de Pato Assado
100 g Queijo de Ovelha de Serpa
70 g Cebola Doce
q.b. Orégãos

 

Preparação:

Passo 1:

Sem retirar o papel, desenrola a massa folhada e sobrepõe a ponta de um dos círculos sobre o outro, formando um retângulo.

Passo 2:

Dobra a parte arredondada das laterais e alisa com a ajuda do rolo da massa.

Passo 3:

Desfia as sobras de pato assado em pedaços pequenos e corta o queijo de ovelha em pedaços pequenos.

Passo 4:

Distribui, uniformemente, as sobras de pato assado, o queijo de ovelha e a cebola picada por cima da massa folhada.

Passo 5:

Polvilha com orégãos a gosto.

Passo 6:

Enrola cuidadosamente, começando pelo lado de maior comprimento, até ao meio. Faz o mesmo com a outra ponta, de forma a que os dois rolinhos se unam, criando a forma típica do palmier.

Passo 7:

Corta os palmiers com uma faca afiada.

Passo 8:

Dispõe os palmiers num tabuleiro forrado com papel para forno.

Passo 9:

Asse em forno pré-aquecido a cerca de 180ºC, até ficarem douradinhos e estaladiços (cerca de 10 minutos).

Passo 10:

Retira do forno, deixa arrefecer e delicia-te!

Bom apetite!

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