Abril 17, 2026

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Beekeeper – O Protector – Strada Odivelas
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Beekeeper – O Protector – Strada Odivelas

A brutal missão de vingança de um homem assume proporções nacionais quando se revela que ele é um antigo agente de uma poderosa organização clandestina conhecida como “Beekeepers”.

Horário para a semana de 14 a 21 de fevereiro. Não nos responsabilizamos por eventuais incorreções na informação aqui prestada, decorrentes da não comunicação atempada de alterações ocorridas.

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Argylle – Espião Secreto – Cinema Strada
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Argylle – Espião Secreto – Cinema Strada

SINOPSE

Elly Conway é uma reclusa autora de uma série de romances de espionagem bestseller, cuja noção de felicidade é passar a noite em casa com seu computador e seu gato, Alfie. Mas quando as tramas dos livros ficcionais de Elly, centradas no agente secreto Argylle e sua missão de trazer a público a existência de um sindicato de espiões global, começam a refletir as ações secretas de uma organização de espiões da vida real, as noites tranquilas em casa tornam-se coisa do passado. Acompanhada por Aiden, um espião alérgico a gatos, Elly – com Alfie na sua mochila – percorre o mundo para se manter um passo à frente dos assassinos, enquanto a linha entre o mundo fictício de Elly e o real começa a se desvanecer…
* Horário para a semana de 14 a 21 de fevereiro. Não nos responsabilizamos por eventuais incorreções na informação aqui prestada, decorrentes da não comunicação atempada de alterações ocorridas.
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Biblioteca Municipal D. Dinis (Polo de Caneças)

Biblioteca Municipal D. Dinis (Polo de Caneças)

 

Rua Fonte dos Castanheiros, n.º 7 B, Loja A, 1685-577 Caneças

Horário de Funcionamento Inverno – 16 de setembro a 14 de junho

De 3ª a sábado – das 9h15 às 13h00 e das 14h00  às 16h45

A Biblioteca Municipal D. Dinis e respetivos Polos encerram na segunda quinzena de agosto, para manutenção e reorganização das salas e serviços.

Contactos: 219 320 770 (Odivelas), 219 32 0787 (Caneças), 219 320 789 (Pontinha)

Email: bmdd@cm-odivelas.pt

Fonte: CMO

 

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Quinta da Memória – Odivelas

Quinta da Memória – Odivelas

A Quinta da Memória, também conhecida por Casa do Arcebispo, é um dos monumentos arquitetónicos cujo estado e função atuais definem toda a linha orientadora do executivo para a requalificação/reabilitação e dotação de qualidade de vida para o concelho de Odivelas.

Esta quinta, cujas referências históricas permitem-nos viajar até aos séculos XVII e XVIII está intimamente ligada a um homem, D. Rodrigo de Moura Teles, figura notável da Igreja Católica neste período e que desempenhou vários cargos, dos quais se destacam ter sido membro do Conselho de Estado dos reis D. Pedro II e D. João V, tal como foi Arcebispo de Braga. A sua presença ainda é bem visível neste edifício, quer seja no brasão que encima o portão da entrada principal, representativo das armas que o identificavam, quer seja pela traça da construção representada nas janelas setecentistas.

A Quinta da Memória que deve o seu nome à proximidade física do Memorial de Odivelas recuperou a sua dignidade, após muitos anos de abandono. Aliás os registos históricos pouco revelam sobre quem ocupou esta construção de arquitetura solarenga do protobarroco português e a propriedade que em tempos se estendia por Odivelas, está hoje reduzida devido à pressão urbanística que caracterizou este território no século XX.

Com a instalação dos Paços do Concelho neste edifício, a Câmara Municipal de Odivelas reabilitou um espaço degradado e dotou-o de novas funções, devolvendo a Quinta da Memória a todos os habitantes do Concelho. Hoje em dia é um espaço público – o primeiro de um projeto de reabilitação global do centro histórico de Odivelas – e é nele que está instalado o Gabinete da Presidência, tal como a Assembleia Municipal, o Salão Nobre, um auditório, sala de exposições e é aqui que se faz, de igual modo, o atendimento de Relações Públicas.

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CMO

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Vilas operárias no Olival Basto

Vilas operárias no Olival Basto

A Revolução Industrial em fins do séc. XIX e a consequente necessidade de mão-de-obra provocou a vinda para Lisboa de muitas famílias originárias do interior norte e sul de Portugal. Este movimento populacional e a não existência de condições de alojamento, provocou a imperiosa necessidade de constriur habitações.

Para dar resposta a esta nova realidade foram construídas em toda a área da Grande Lisboa, várias vilas operárias – habitação social – bairros de casas quase sempre edificados segundo a mesma tipologia.

Em Olival Basto foram edificadas cinco vilas operárias, das quais quatro ainda mantêm algumas das suas características: a Vila Carinhas, Vila Gordicho, a Vila Nova de Carriche a e Vila Amália.

Esta última, a maior das vilas operárias de Olival Basto, tem vinte e duas habitações, todas de piso térreo e com telheiro à entrada, elemento distintivo das demais. Foi nesta vila que se instalou a primeira escola desta povoação.

Rua Angola, Olival Basto

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